Mostrando postagens com marcador Física. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Física. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de junho de 2020

Atividade de Física 2ºA, 2ºD e 2ºE


FÍSICA 2ºA, 2ºD e 2ºE.  2º BIMESTRE.

Ler o conteúdo, assistir a vídeo aula, resolver os exercícios e entregar até dia 19/06 no email: danieltag83@gmail.com . As dúvidas devem ser enviadas no grupo de Whatsapp da sala.



FENÔMENOS ONDULATÓRIOS.

REFLEXÃO

Dizemos que uma onda sofre reflexão quando esta, após se chocar com a fronteira que divide o meio em que está e outro de características diferentes, permanece no mesmo meio.
Sabe-se que a frequência é característica da onda, isto é, não importa o meio em que a onda está, sua frequência e período são sempre os mesmos. A velocidade e, logicamente, o comprimento de onda dependem do meio. Como não ocorre mudança de meio, a onda após a reflexão mantém a mesma velocidade e comprimento de ondas.
No estudo da reflexão das ondas, devemos dividi-las em ondas unidimensionais e bidimensionais.

REFLEXÃO DE ONDAS UNIDIMENSIONAIS

Numa corda existem dois tipos: com extremidade fixa ou livre, que se portam de formas diferentes.
Com a extremidade fixa, o pulso ao se refletir fica em oposição de fase em relação ao pulso original, ou seja, se inverte.

Caso a reflexão seja em extremidade livre, não ocorre a inversão, a fase do pulso original e do pulso refletido é a mesma.


REFLEXÃO DE ONDAS BIDIMENSIONAIS

Ao se lidar com ondas bi e tridimensionais, basta dizer que elas são regidas pelas leis da reflexão.

LEIS DA REFLEXÃO

1ª) O raio incidente, o raio refletido e a reta normal à superfície refletora no ponto de incidência estão contidos sempre no mesmo plano.
2ª) O ângulo formado pelo raio incidente e a normal, ou seja, o ângulo de incidência, e o ângulo formado pelo raio refletido e a mesma normal, o ângulo de reflexão, são iguais.

REFRAÇÃO

Uma onda sofre refração quando esta passa de um meio para outro de características diferentes.
Quando uma onda sofre uma refração é importante que se saiba que a frequência da onda não se altera. A frequência é uma característica da onda e esta pode passar por muitos meios diferentes que sua frequência será sempre a mesma.

LEIS DA REFRAÇÃO

Assim como a reflexão, a refração possui duas leis:
1ª) O raio incidente, o raio refratado e a normal à fronteira que separa os meios no ponto de incidência estão num mesmo plano.
2ª) A segunda lei da refração, ou Lei de Snell, consiste na seguinte relação:

Portanto, a velocidade de propagação da onda e seu comprimento de onda dependem do meio que estão atravessando. Mas a frequência não é alterada na mudança de meio, esta so depende da fonte que emitiu a onda.

REFRAÇÃO DE ONDAS UNIDIMENSIONAIS

A refração com ondas transversais em cordas acontece quando ocorre a presença de duas cordas de densidades lineares diferentes que são ligadas e por meio delas propaga-se um pulso. Nesse caso, além da refração, ocorre uma reflexão, como veremos a seguir.
Existem duas possibilidades: a primeira corda possuir uma densidade linear maior (ser mais “grossa”) ou a segunda corda ser mais densa.
A figura abaixo exemplifica o primeiro caso, em que o pulso percorre a corda mais “fina” e irá incidir na corda mais grossa.

Após incidir na fronteira, haverá um pulso refratado (que seguirá pela corda grossa) que estará em concordância de fase com o pulso original e um pulso refletido (continuará na corda fina) que terá uma fase oposta ao pulso incidente.
No segundo caso, também ocorrerá uma refração e uma reflexão, porém com algumas mudanças. Tanto a onda refratada como a onda refletida estarão em fase com o pulso incidente.


INTERFERÊNCIA DE ONDAS UNIDIMENSIONAIS

Existem dois tipos de interferência ou superposição de pulsos: a interferência construtiva e a destrutiva.
A figura abaixo expressa uma interferência construtiva em que os pulsos estão na mesma fase e, por isso, havendo a superposição das ondas ocorre a soma das elongações.

Na interferência destrutiva, os pulsos estarão em oposição de fase e, dessa forma, haverá uma subtração para obtenção de enlongação em cada ponto e amplitude resultantes.

Para que ocorra uma diferença completa de fase e consequentemente uma interferência destrutiva, a diferença de caminhos percorridos por duas ondas que se encontrarão deve ser:
Ddestr = n . λ + λ/2 onde n = 0, 1, 2, 3…
Para o caso de duas ondas interferirem construtivamente, a diferença de caminhos deve ser:
Dconstr = n . λ onde n = 0, 1, 2, 3…

BATIMENTO

Quando duas ondas de frequências muito próximas interferem entre si, a superposição das duas resulta no fenômeno conhecido como batimento.

A frequência da onda obtida é:
fR = (fa + fb)/2

PRINCÍPIO DA INDEPENDÊNCIA DA PROPAGAÇÃO ONDULATÓRIA

O princípio acima enuncia que após a superposição os pulsos continuam seu trajeto inicial sem nenhuma modificação.

ONDAS ESTACIONÁRIAS

As ondas estacionárias são resultado da superposição de ondas idênticas que estão na mesma direção, porém, em sentidos opostos.

Na figura acima, podemos identificar alguns elementos em:
Nós ou nodos: os pontos brancos, são pontos que não vibram.
Ventres, antinós ou antinodos: são as bolinhas pretas que vibram com amplitude igual a 2A.

DIFRAÇÃO
Consiste na propriedade que a onda possui de contornar obstáculos ou fendas.

O fenômeno da difração ocorrerá quando as dimensões do obstáculo ou fenda forem da mesma ordem de grandeza do comprimento de onda.

EXPERIMENTO DE YOUNG
Nesse experimento podemos observar o caráter ondulatório da luz através de dois fenômenos: Difração e Interferência.

A luz sofre Difração na fenda do obstáculo A e em seguida sofre difração nas duas fendas do obstáculo B. Isso provoca interferências construtivas e destrutivas que dependem da diferença de caminhos percorridos pelas ondas até atingirem o anteparo. O resultado são franjas claras (interferência construtiva) e escuras (interferência destrutiva) observados na figura da direita.

 

RESSONÂNCIA

Todo sistema físico possui uma frequência própria, uma frequência natural de movimento devido às suas moléculas e vibra de acordo com esta. Existe a possibilidade de um sistema físico ser excitado (ganhar energia) por um agente externo através de vibrações de frequência igual a uma de suas frequências naturais. Dizemos que um sistema físico está em ressonância, quando este passa a vibrar devido a influência de um agente externo, que vibra em uma de suas vibrações naturais.
Exemplos:
A caixa do violão vibra com frequência igual à frequência emitida pelas cordas, o que amplifica o som.
Uma cantora de ópera despedaça uma taça de cristal ao emitir uma nota musical muito alta (aguda), cuja frequência é igual à frequência natural de vibração da taça.
O aparelho de micro-ondas emite notas com frequência de aproximadamente 2,45 GHz, a mesma frequência natural de vibração das moléculas da água. Com isso ele consegue transferir energia, aumentando a temperatura dos corpos à base de água.
Uma emissora de rádio consegue enviar o sei sinal para a antena de um automóvel pois ambas estão com a mesma frequência, essa transferência de energia é traduzida pela informação transmitida.

 

POLARIZAÇÃO

Considere uma corda que vibra transversalmente em várias direções. Polarizar esta corda seria o mesmo que fazê-la vibrar somente em um determinado plano. Portanto, um polarizador privilegia certas direções de propagação. Um bom exemplo de polarizador é o óculos de Sol (alguns deles), já que uma luz polarizada se torna mais confortável para os olhos de um observador. Uma onda longitudinal não pode ser polarizada, por exemplo o Som.


EFEITO DOPPLER

O movimento relativo entre a fonte emissora das ondas e o receptor provoca uma alteração na frequência percebida (não a emitida). Quando há a aproximação relativa entre eles, a frequência de recebimento será maior, pois o receptor passará a receber mais ondas por unidade de tempo. O caso contrário, quando há afastamento relativo, a frequência de recebimento será menor que a emitida.
Para o som, uma frequência maior resulta em um som mais agudo e uma frequência menor resulta em um som mais grave, podemos observar esse fenômeno quando um carro de fórmula 1 se aproxima de nós: o som que recebemos é mais agudo que o emitido. Porém, quando o carro iniciar o afastamento, o som que ouviremos será mais grave que o emitido, isso porque o receptor receberá menos ondas por unidade de tempo. Abaixo temos uma representação das frentes de ondas emitidas quando existe o movimento da fonte (o mesmo aconteceria no caso de uma fonte em repouso e o receptor em movimento):


COMO RADAR PODE CAIR NO ENEM?

O Efeito Doppler é um fenômeno muito comum em nosso cotidiano. Ele consiste na mudança da frequência do som emitido quando existe movimento relativo entre o observador e a fonte. Podemos perceber esse fato quando um ambulância passa na rua. Ao se aproximar, o som fica mais agudo e ao se afastar, o som fica mais grave. A questão a seguir explora a aplicação tecnológica do Efeito Doppler.


Exercício resolvido
Os radares comuns transmitem micro-ondas que refletem na água, gelo e outras partículas na atmosfera. Podem, assim, indicar apenas o tamanho e a distância das partículas, tais como gotas de chuva.
O radar Doppler, além disso, é capaz de registrar a velocidade e a direção na qual as partículas se movimentam, fornecendo um quadro do fluxo dos ventos em diferentes elevações. Nos Estados Unidos, a Nexrad, uma rede de 158 radares Doppler, montada na década de 1990 pela Diretoria Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), permite que o Serviço Meteorológico Nacional (NWS) emita alertas sobre situações do tempo potencialmente perigosas com um grau de certeza maior. O pulso da onda do radar ao atingir uma gota de chuva, devolve uma pequena parte da sua energia numa onda de retorno, que chega ao disco do radar antes que ele emita a onda seguinte. Os radares da Nexrad transmitem entre 860 e 1300 pulsos por segundo, na frequência de 3.000MHz.
(FISCHETTI, M. Radar Meteorológico: Sinta o Vento. Scientific American Brasil, n.08. São Paulo, jan 2000.)
No radar Doppler, a diferença entre as frequência emitidas e as recebidas pelo radar é dada por Δf = (2ur/c)f0, onde ur é a velocidade relativa entre a fonte e o receptor, c = 3,0×108m/s é a velocidade da onda eletromagnética, e f0 é a frequência emitida pela fonte. Qual é a velocidade, em km/h, de uma chuva, para a qual se registra no radar Doppler uma diferença de frequência de 300Hz?
a) 1,5
b) 5,4
c) 15
d) 54
e) 108
Gabarito: D



Exercícios

01. (UFMG) Para que um corpo vibre em ressonância com um outro é preciso que:
a) seja feito do mesmo material que o outro;
b) vibre com a maior amplitude possível;
c) tenha uma frequência natural igual a uma das frequência naturais do outro;
d) vibre com a maior frequência possível;
e) vibre com a menor frequência.

02. Duas cordas de violão foram afinadas de modo a emitirem a mesma nota musical. Golpeando-se uma delas, observa-se que a outra também oscila, embora com menor intensidade. Este fenômeno é conhecido por:
a) batimento
b) interferência
c) polarização
d) ressonância
e) amortecimento

03. Emitindo-se determinadas notas musicais através, por exemplo, de um violino, é possível trincar-se à distância uma fina lâmina de cristal. O fenômeno que melhor se relaciona com o fato é:
a) batimentos
b) polarização
c) ressonância
d) difração
e) amortecimento

04. (UNIP) A Ponte de Tacoma, nos Estados Unidos, ao receber impulsos periódicos do vento, entrou em vibração e foi totalmente destruída. O fenômeno que melhor explica esse fato é:
a) o efeito Doppler
b) a ressonância
c) a interferência
d) a difração
e) a refração

05. Em dias de clássicos futebolísticos que promovem grandes concentrações de populares, teme-se pela segurança do Estádio do Morumbi, em São Paulo, sobretudo nos momentos de gol. A alegria e o entusiasmo dos torcedores, geralmente manifestado por meio de pulos e batidas no chão, faz com que tida a estrutura do estádio vibre. Se essa vibração for mantida por muito tempo, pode levar partes da construção ou mesmo toda ela a desabar, ocasionando uma catástrofe. O fenômeno que melhor explica esse fato é:
a) difração
b) interferência
c) refração
d) ressonância
e) polarização

06. (EFOMM) As ondas contornam obstáculos. Isto pode ser facilmente comprovado quando ouvimos e não vemos uma pessoa situada em uma outra sala, por exemplo. O mesmo ocorre com o raio luminoso, embora este efeito seja apenas observável em condições especiais.
O fenômeno acima descrito é chamado de:
a) difusão
b) dispersão
c) difração
d) refração
e) reflexão

07. Aponte a alternativa correta:
a) Difração é o fenômeno que consiste de ondas passarem de um meio para outro diferente.
b) A difração é um fenômeno apresentado exclusivamente por ondas sonoras e luminosas.
c) A difração pode ser explicada pela Teoria Corpuscular de Newton.
d) Em idênticas condições, os sons graves difratam mais que os agudos.
e) As sete cores do espectro luminoso (vermelho, alaranjado, amarelo, verde azul, anil e violeta) difratam-se de modo igual em uma mesma fenda.

08. A respeito da difração, assinale a opção falsa:
a) O som se difrata mais do que a luz, porque o seu comprimento de onda é maior.
b) Os sons graves se difratam mais do que os sons agudos.
c) A luz vermelha se difrata mais do que a violeta.
d) Para haver difração em um orifício ou fenda, o comprimento de onda deve ser maior ou da ordem de grandeza das dimensões do orifício ou fenda.
e) Apenas as ondas longitudinais se difratam.

09. (ITA) Luz linearmente polarizada (ou plano-polarizada) é aquela que:
a) apresenta uma só frequência;
b) se refletiu num espelho plano;
c) tem comprimento de onda menor que o da radiação ultravioleta;
d) tem a oscilação associada a sua onda, paralela a um plano;
e) tem a oscilação, associada a sua onda, na direção da propagação.

10. (CEUB) A polarização da luz demonstra que:
a) a luz não se propaga no vácuo;
b) a luz é sempre monocromática;
c) a luz tem caráter corpuscular;
d) as ondas luminosas são longitudinais;
e) as ondas luminosas são transversais.



segunda-feira, 18 de maio de 2020

Física 1º D – Professora Valdimercia Semana de 18/05/2020 à 22/05/2020Física 1º D – Professora Valdimercia - Semana de 18/05/2020 à 22/05/2020

Física 1º D – Professora Valdimercia                                   Semana de 18/05/2020 à 22/05/2020


Olá alunos!
O aluno que realizou a pesquisa da semana do dia 11/05 à 15/05, só vai copiar as questões e responde-las.
Já o aluno que não realizou a pesquisa: Primeira Lei de Newton copie a parte teórica que fica valendo da semana de 11/05 a 15/05, depois copiem as questões e respondam que é referente  18/05 à 22/05.
Fazer o trabalho e as questões em uma folha separada (folha de caderno, almaço ou sulfite), respeitando margens, parágrafo e pontuação.
Não se esqueça de colocar nome, número, série, nome da disciplina e nome do professor.

Entrega: 22/05/2020 na escola, das 19h às 20h30.
                                                                                                         
Um Abraço, bom estudos a todos!

Primeira Lei de Newton

A Primeira Lei de Newton afirma que: "um objeto permanecerá em repouso ou em movimento uniforme em linha reta a menos que tenha seu estado alterado pela ação de uma força externa”.
Também chamada de Lei da Inércia ou Princípio da Inércia, ela foi concebida por Isaac Newton. Ele se baseou nas ideias de Galileu sobre a inércia para formular a 1ª Lei.
A 1ª Lei, junto com outras duas leis (2ª Lei e Ação e Reação) formam os fundamentos da Mecânica Clássica.

Inércia

Inércia é a resistência oferecida por um corpo à alteração de seu estado de repouso ou movimento. Quanto maior a massa do objeto, maior a inércia, ou seja, maior a resistência que este corpo oferece à alteração do seu estado.
Assim, a tendência de um corpo que se encontra em repouso é continuar em repouso, a menos que alguma força passe a atuar sobre ele. Da mesma forma, quando a resultante das forças que atuam sobre um corpo em movimento é nula, ele continuará a mover-se.
Neste caso, o corpo terá um movimento retilíneo uniforme (M.R.U.), ou seja, o seu movimento será em linha reta e sempre com a mesma velocidade.




Para que haja alteração no valor numérico, na direção ou no sentido da velocidade de um corpo, é necessária que se exerça sobre este corpo uma força.
Exemplos:
  • Quando estamos dentro de um ônibus em pé e o mesmo freia bruscamente, por inércia, somos atirados para frente.
  • Quando um carro vai fazer uma curva é necessário que uma força atue, pois de outra forma o carro irá seguir em linha reta.
  • Ao puxar bruscamente a toalha que cobre uma mesa, os objetos que estão em cima, por inércia, ficam no mesmo lugar.
  • O uso do cinto de segurança baseia-se no princípio da inércia. Os passageiros de um veículo, ao colidir com um outro veículo ou numa freada mais brusca, têm a tendência de continuar em movimento. Desta forma, sem o cinto, os passageiros podem ser arremessados para fora do veículo ou bater em alguma de suas partes.

Exercícios sobre a primeira lei de Newton

1) Os encostos de cabeça estão presentes na maioria dos veículos atuais, uma vez que existe uma grande possibilidade de que os ocupantes de um veículo fraturem seus pescoços no caso de uma colisão na traseira do automóvel. O princípio físico capaz de explicar a necessidade dos encostos de cabeça é o(a):
a) primeira lei de Newton.
b) segunda lei de Newton.
c) lei da ação e reação.
d) teorema do empuxo.
e) equilíbrio de forças.

 2) A maioria das máquinas de lavar tem a função centrífuga, usada para promover a secagem parcial das roupas. O princípio físico que explica CORRETAMENTE o funcionamento do processo de centrifugação é o(a):
a) força centrífuga.
b) princípio da inércia.
c) rotação.
d) translação.
e) torque.

3) Em desenhos animados, é comum vermos cenas em que uma grande bigorna é solta, destruindo os pisos de vários andares até chegar ao chão. Apesar de exagerado, o comportamento da matéria é parecido com o que vemos nos cartuns. A explicação física para esse comportamento é dado pela:
a) lei da inércia, que afirma que corpos em movimento tendem a permanecer em movimento.
b) lei da ação e reação, que afirma que a força que a bigorna faz no chão é igual à força que o chão faz sobre a bigorna.
c) lei da gravidade, que explica que a bigorna somente cai em razão da ação da aceleração gravitacional.
d) lei da conservação da quantidade de energia, que afirma que toda a energia mecânica inicial é mantida constante.
e) lei de Coulomb, que afirma que a força de atração elétrica é responsável por acelerar a bigorna em direção ao solo.

segunda-feira, 4 de maio de 2020

domingo, 3 de maio de 2020


Atividade de Física 1ºD – Profª Valdimércia

Faça uma pesquisa sobre o assunto: Quantidade de Movimento

Bibliografia: Fontes onde foram realizadas as pesquisas (Exemplo: Sites, Livros e Revistas).

Fazer o trabalho no caderno, respeitando margens, parágrafo, pontuação e com uma escrita legível.

Prazo de Entrega: 08/05/2020
Forma de Entrega:
Enviar por e-mail valdimerciasantos@hotmail.com com identificação no assunto do e-mail, nome do Aluno e série. Exemplo: "Valdimercia - 1D
ou
Enviar uma foto do trabalho no Whatts App (19)9-9120-6909, com identificação do nome e série.

sábado, 2 de maio de 2020

2º EJA - Física - Profª Gisele

Teste de Física | Quizur


Física - 2º EJA - Proª Gisele


        Resolvam as atividades abaixo, já fizemos atividades como esta no caderno.
         
        Data de entrega 07/05/2020

        Qualquer dúvida me chamem no watts.




Bom trabalho á todos !















Atividades - William - Física - 3B / 3C

Entrega ate dia 15/5/2020

Email

williamportesdemelo@gmail.com

EXERCÍCIOS DE ELETRICIDADE
´
Simulado fisica de Eletricidade do Ensino Médio



3 ano B manha

3 ano C noite

A - Corrente e Tensão Elétrica

1.  Numa seção reta de um condutor de eletricidade, passam 12 C a cada minuto. Nesse condutor, a intensidade da corrente elétrica, em amperes, é igual a:

a)      0,08                               b)      0,20
c)      5,0                                 d)      7,2
e)      12

2.     Pela seção reta de um fio, passam 5,0.1018 elétrons a cada 2,0 s. Sabendo-se que a carga elétrica elementar vale 1,6.10-19 C, pode-se afirmar que a corrente elétrica que percorre o fio tem intensidade:

a)      500 mA                         b)      800 mA
c)      160 mA                         d)      400 mA
e)      320 mA

3.    A corrente elétrica nos condutores metálicos é constituída de:

a)  Elétrons livres no sentido convencional.
b)  Cargas positivas no sentido convencional.
c)          Elétrons     livres     no     sentido     oposto     ao convencional.
d)        Cargas    positivas    no    sentido    oposto    ao convencional.
e)    Íons positivos e negativos fluindo na estrutura cristalizada do metal.

4.      Uma corrente elétrica de intensidade 16 A percorre um condutor metálico. A carga elétrica elementar é e = 1,6.10-19 C. O número de elétrons que atravessam uma secção transversal desse condutor em 1,0 min é de:

a) 1,0 . 1020                             b) 3,0 . 1021
c) 6,0 . 1021                             d) 16
e) 8,0 . 1019

5.    Sejam as afirmações referentes a um condutor metálico com corrente elétrica de 1A:

I.                         Os elétrons deslocam-se com velocidade próxima à da luz.
II.                       Os elétrons deslocam-se em trajetórias irregulares, de forma que sua velocidade média é muito menor que a da luz.
III.             Os prótons deslocam-se no sentido da corrente e os elétrons em sentido contrário.

É (são) correta(s):

a) I                                          b) I e II
c) II                                        d) II e III
e) I e III

6.      Uma lâmpada fluorescente contém em seu interior um gás que se ioniza após a aplicação de alta tensão entre seus terminais. Após a ionização, uma corrente elétrica é estabelecida e os íons negativos deslocam-se com uma taxa de 1,0.1018 íons/segundo para o pólo A. Os íons positivos se deslocam-se, com a mesma taxa, para o pólo B.


Sabendo-se que a carga de cada íon positivo é de 1,6.10-19 C, pode-se dizer que a corrente elétrica na lâmpada será:

a) 0,16 A                                b) 0,32 A
c) 1,0.1018 A                           d) nula
e) n.d.a.


B - Geradores Elétricos


1.  Cinco geradores, cada um de f.e.m. igual a 4,5 V e corrente de curto-circuito igual a 0,5 A, são associados em paralelo. A f.e.m. e a resistência interna do gerador equivalente têm valores respectivamente iguais a:

a) 4,5 V e 9,0 W
b) 22,5 V e 9,0 W
c) 4,5 V e 1,8 W
d) 0,9 V e 9,0 W
e) 0, 9 V e 1,8 W

2.   Três baterias idênticas são ligadas em paralelo, como na figura a seguir. A forca eletromotriz de

cada bateria é E, com resistência interna igual a r. A bateria equivalente dessa associação tem força eletromotriz e resistência interna, respectivamente iguais a:


a) 3E e r                                  b) E e r/3
c) E/3 e r                                 d) E/3 e r/3
e) 3E e r/3

3.  A força eletromotriz de uma bateria é:

a)  a força elétrica que acelera os elétrons;
b)   igual à tensão elétrica entre os terminais da bateria quando a eles está ligado um resistor de resistência nula;
c)  a força dos motores ligados à bateria;
d)   igual ao produto da resistência interna pela intensidade da corrente;
e)   igual à tensão elétrica entre os terminais da bateria quando eles estão em aberto.

4.   Em qual das situações ilustradas abaixo a pilha está em curto-circuito?

a)  somente em I                 b) somente em II
c) somente em III              d) somente em I e II
e) em I, II e III



5.   Admitindo-se constante e não nula a resistência interna de uma pilha, o gráfico da tensão (U) em função da corrente (i) que atravessa essa pilha é melhor representado pela figura:


6.    Uma bateria possui uma força eletromotriz de 20,0 V e uma resistência interna de 0,500 ohm. Se intercalarmos uma resistência de 3,50 ohms entre os terminais da bateria, a diferença de potencial entre eles será de:

a) 2,50 V                                b) 5,00 V
c) 17,5 V                                d) 20 V
e) um valor ligeiramente inferior a 20 V

7.   As figuras ilustram pilhas ideais associadas em série (1° arranjo) e em paralelo (2° arranjo). Supondo as pilhas idênticas, assinale a alternativa correta:


a)  Ambos os arranjos fornecem a mesma tensão.
b)  O 1° arranjo fornece uma tensão maior que o 2°.
c)    Se ligarmos um voltímetro aos terminais do 2° arranjo, ele indicará uma diferença de potencial nula.
d)  Ambos os arranjos, quando ligados a um mesmo resistor, fornecem a mesma corrente.

e)    
Se ligarmos um voltímetro nos terminais do 1° arranjo, ele indicará uma diferença de potencial nula.



C - Lei de Kirchhoff


1.  No circuito abaixo, R=2 W, E1=10 V, r1 = 0,5 W, E2 = 3,0 V e r2 = 1,0 W. Sabendo que o potencial no ponto A é de 4 V, podemos afirmar que os potenciais, em volts, nos pontos B, C e D são, respectivamente:


a)      0, 9 e 4                           b)      2, 6 e 4
c)      8, 1 e 2                           d)      4, 0 e 4
e)      9, 5 e 2

2.  Considere o circuito da figura abaixo, onde estão associadas três resistências (R1, R2 e R3) e três baterias (E1, E2, E3) de resistência internas desprezíveis:



Um voltímetro ideal colocado entre Q e P indicará:


a)  11 V
b)  5 V
c)  15 V
d)  1 V
e)  zero

3.   Certo trecho de um circuito, por onde passa uma corrente elétrica i, está representado com os símbolos de seus elementos.
O potencial elétrico entre os terminais dos diversos elementos pode ser representado por:



4.  No trecho do circuito dado abaixo, os valores em miliampère das correntes i3, i4, i5 são respectivamente:

a) 0, 200, 100
b) 100, 100, 200

c) -100, 300, 0

d) 200, 0, 300
e) -200, 400, -100

D- Medidores Elétricos


1.   É dado um galvanômetro de resistência 10 W e fundo de escala 1,0 V. Qual deve ser o valor da resistência série para medir 10 V?

a) 90 W                                   b) 9 W
c) 100 W                                 d) 10 W
e) 1000 W

2.  Usando um voltímetro de fundo de escala 20 V e resistência interna de 2000 W, desejamos medir uma ddp de 100 V. A resistência do resistor adicional que devemos associar a esse voltímetro é:

a) 1 kW                                   b) 2 kW
c) 6 kW                                   d) 8 kW
e) 12 kW

3.       Um galvanômetro permite a passagem de corrente máxima I. A finalidade de se colocar uma resistência em paralelo com ele é:

a)   fazer passar uma corrente mais intensa que I pelo galvanômetro sem danificá-lo;
b)  permitir a medida de corrente mais intensa que I;
c)  permitir a medida de tensões elevadas;
d)  as três resoluções anteriores;
e)  n.d.a.

4.    É dado um amperímetro de resistência 10 W e fundo de escala 10 A. Qual deve ser o valor da resistência “shunt” para medir 20 A?

a) 0,5 W                                  b) 1 W
c) 2 W                                     d) 10 W
e) n.d.a.

5.    Um amperímetro de resistência interna  RA  = 90 W tem leitura de fundo de escala IA = 5 mA. Se quisermos obter com este medidor um amperímetro que meça correntes até 10 mA, devemos ligar ao instrumento um resistor R:

a)  em paralelo, no valor de 45 W ;
b)  em paralelo, no valor de 90 W ;
c)  em série, no valor de 45 W ;
d)  em série, no valor de 90 W ;

e)  n.d.a.

Considerando o circuito abaixo e dispondo de um galvanômetro ideal, podemos afirmar que ele registraria intensidade de corrente igual a zero se seus terminais fossem ligados aos pontos


a)  C e F                                   b) D e G
c) E e H                                  d) E e F
e) C e H


E - Resistores


1.  Um condutor de cobre apresenta 1 km de comprimento por 10 mm2 de seção e uma resistividade de 0,019 ohm.mm2/m. Aplicando-se uma diferença de potencial de 38V, que intensidade de corrente elétrica irá percorrer o fio?

2.  Dois fios condutores F1 e F2 têm comprimentos iguais e oferecem à passagem da corrente elétrica a mesma resistência. Tendo a secção transversal de F1 o dobro da área da de F2 e chamando p1 e p2, respectivamente, os coeficientes de resistividade de F1 e F2, a razão p1/p2 tem valor:

a) 4                                         b) 2
c) 1                                         d) ½
e) ¼

3.  O valor da resistência elétrica de um condutor ôhmico não varia, se mudarmos somente:

a)  o material de que ele é feito;
b)  seu comprimento;
c)  a diferença de potencial a que ele é submetido;
d)  a área de sua secção reta;
e)  a sua resistividade.

4.  Se um resistor de cobre tiver o seu comprimento e o seu diâmetro duplicado, a resistência:

a)   é multiplicada por quatro;
b)  permanece a mesma;

c)   
é dividida por dois;

d)  é multiplicada por dois;
e)   é dividida por quatro.

5.  Os choques elétricos produzidos no corpo humano podem provocar efeitos que vão desde  uma simples dor ou contração muscular, até paralisia respiratória ou fibrilação ventricular. Tais efeitos dependem de fatores como a intensidade de corrente elétrica, duração, resistência da porção do corpo envolvida. Suponha, por exemplo, um choque produzido por uma corrente de apenas 4 mA e que a resistência da porção do corpo envolvida seja de 3000 W. Então, podemos afirmar que o choque elétrico pode ter sido devido ao contato com:

a)  Uma pilha grande 1,5 V.
b)   Os contatos de uma lanterna contendo uma pilha grande 6,0 V.
c)   Os contatos de uma bateria de automóvel de 12 V.
d)    Uma descarga elétrica produzida por um raio num dia de chuva.
e)    Os contatos de uma tomada de rede elétrica de 120 V.

6.  Três condutores X, Y e Z foram submetidos a diferentes tensões U e, para cada tensão, foi medida a respectiva corrente elétrica I, com a finalidade de verificar se os condutores eram ôhmicos. Os resultados estão na tabela que segue:


De acordo com os dados da tabela, somente:

a)  o condutor X é ôhmico;
b)  o condutor Y é ôhmico;
c)  o condutor Z é ôhmico;
d)  os condutores X e Y são ôhmicos;
e)  os condutores X e Z são ôhmicos.

2.  Dispõe-se de três resistores de resistência 300 ohms cada um. Para se obter uma resistência de
450 ohms, utilizando-se os três resistores, como devemos associá-los?

a)          Dois em paralelo, ligados em série com o terceiro.
b)      Os três em paralelo.
c)          Dois em série, ligados em paralelo com o terceiro.
d)     Os três em série.
e)      n.d.a

3.  Uma diferença de potencial de 12V é aplicada num conjunto de três resistores associados em paralelo com valores, em ohms, iguais a 2,0, 3,0 e 6,0. A corrente elétrica, em ampères, no resistor maior, será:

a) 2,0                                      b) 4,0
c) 6,0                                      d) 8,0
e) 12


F - Potência Elétrica


1.  Num escritório são instaladas 10 lâmpadas de 100W, que funcionarão, em média, 5 horas por dia. Ao final do mês, à razão de R$ 0,12 por kWh, o valor da conta será:

a) R$ 28,00                             b) R$ 25,00
c) R$ 18,00                             d) R$ 8,00
e) n.d.a.

2. Um chuveiro elétrico, ligado em média uma hora por dia, gasta R$ 10,80 de energia elétrica por mês. Se a tarifa cobrada é de R$ 0,12 por quilowatt-hora, então a potencia desse aparelho elétrico é:

a) 90 W                                   b) 360 W
c) 2.700 W                              d) 3.000 W
e) 10.800 W

3.  Um chuveiro elétrico tem um seletor que lhe permite fornecer duas potências distintas: na posição "verão" o chuveiro fornece 2700 W, na

posição "inverno" fornece 4800 W. José, o dono deste chuveiro, usa-o diariamente na posição "inverno", durante 20 minutos. Surpreso com o alto valor de sua conta de luz, José resolve usar o chuveiro com o seletor sempre na posição "verão", pelos mesmos 20 minutos diários. Supondo-se que o preço do quilowatt-hora seja de R$ 0,20, isto representará uma economia diária de:


a) 0,14                                    b) 0,20
c) 1,40                                    d) 2,00
e) 20,00

Entrega ate dia 15/5/2020

Email

williamportesdemelo@gmail.com