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quarta-feira, 10 de junho de 2020

3ºC - ARTE - Professora Suzana Claudia

DANÇA

 

(Semana do dia 08 a 12 de junho de 2020)

A dança é uma linguagem artística do corpo em movimento, sua prática possibilita o desenvolvimento da sensibilidade e da motricidade como pares entrelaçados.

O domínio do movimento na dança propicia a ampliação de repertórios gestuais, novas possibilidades de expressão e comunicação de sensações, sentimentos e pensamentos.

O refinamento do corpo em movimento encontra-se articulado à expressividade e à criatividade, envolvendo processos de consciência corporal (individual) e social (relacional), assim como processos de memória, imaginação, concepção, e criação em dança nos âmbitos artístico e estético.

A dança está presente no salão de baile, nos desfiles de Carnaval, em um encontro de danças urbanas ou na roda de samba na rua, no pátio de uma escola, no palco de um teatro, no cinema e na televisão.


 As danças têm funções e sentidos ligados ao contexto de acontecimentos e aos sujeitos que a vivenciam e que a desfrutam como público. Todas as pessoas podem dançar. Ao praticar a dança a pessoa aprende sobre o movimento que aborda: o espaço nas suas relações de direções, níveis e planos; e o tempo nas relações de pulsos, ritmos, pausa e velocidades com e no próprio corpo, tendo a ação e a reflexão sempre presentes.

O ensino da arte na escola não tem a função de oferecer uma formação profissional, mas proporcionar aos estudantes a oportunidade de conhecer, apreciar, criar e viver a dança no ambiente escolar, tendo experiências com sentido e ligadas ao mundo dessa linguagem, expandindo as possibilidades de formação e de participação social.

Enfim, dançar significa experimentar o corpo em movimento para além de sua funcionalidade (caráter instrumental) cotidiana. Do mais simples ao mais complexo dos processos de aprender uma dança o corpo poderá ter experiências de criação e construção de movimentos expressivos, nos quais cada estudante que dança está implicado com seu mundo interno, sua memória e sua história, dialogando com o as culturas da dança presentes no mundo.

 

Assista os vídeos: Dança das sombras diferenciada -  https://www.youtube.com/watch?v=XpcGBt1IWSE

 

 Shadows - Lindsey Stirling -  https://www.youtube.com/watch?v=JGCsyshUU-A

 

ATIVIDADES

  1.  O que é dança?
  2.   Você gosta de dançar?
  3.                           Quais danças você conhece?
  4.                         Já dançou na escola? Qual foi a dança? Por que?
  5.                           Por que as pessoas dançam?
  6.                           Onde a dança acontece (espaço)?
  7.                          O que é preciso para dançar?
  8.               Pesquise utilizando recursos didáticos impressos ou tecnológicos e anexe as atividades   respondidas; uma imagem na qual de um artista famoso retrata a dança. Não esqueça de   indicar o título da obra, nome do autor e ano em que foi retratada ou pintada 


 

Referência Bibliográfica:

Acesso em 08/06/20 pelo link:

https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/wp-content/uploads/sites/7/download/EM%202020%20-%20Caderno%20do%20Aluno%20-%20Vol.2%20/3a%20serie%202o%20BI.pdf

Acesso em 08/06/20 pelo link:

https://br.images.search.yahoo.com/search/images;_ylt=A2KLfRhmfNleWsMAbGLz6Qt.;_ylu=X3oDMTB0N2Noc21lBGNvbG8DYmYxBHBvcwMxBHZ0aWQDBHNlYwNwaXZz?p=tipos+de+dan%C3%A7a&fr2=piv-web&fr=mcafee&guccounter=1&guce_referrer=aHR0cHM6Ly9ici5zZWFyY2gueWFob28uY29tL3NlYXJjaD9mcj1tY2FmZWUmdHlwZT1FMjEwQlI5MTE5OUcwJnA9dGlwb3MrZGUrZGFuJUMzJUE3YQ&guce_referrer_sig=AQAAAH0lM60L0FLZcS6rjhIO1Uk7UkTNbZZfdPdK6gHuQkQBUPj4N6zevX572mVkyfv62YEnhIRfv3KpQ2JoVmxbmw5Iy_jbnJIrxbUyx9i37hV12bdpL91v9HsutfJfuDBFl6wlC77fx-osNAe_nlI9zahY6yzfljXU5rybbGwJS1f1#id=0&iurl=https%3A%2F%2Fconceitos.com%2Fwp-content%2Fuploads%2Fcultura%2FDanca-Moderna-tipos.jpg&action=click

Acesso em 08/06/20 pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=XpcGBt1IWSEAcesso em 08/06/20 pelo link: -  https://www.youtube.com/watch?v=JGCsyshUU-A



  Obs. Enviar a atividade pelo classsrom, se não conseguir mande 

pelo E-mail:suzanaclaudia@prof.educacao.sp.gov.br


Classroom:  

 https://classroom.google.com/c/ODQ0ODA1NTQwMDha - ou você entra direto pelo centro mídias SP

 

terça-feira, 26 de maio de 2020




RECUPERAÇÃO DE GEOGRAFIA     PROFESSOR: AIRTON (TOM)
RECUPERAÇÃO:        “TERCEIRÃO” – NOTURNO
DATA DE ENTREGA: IMPRETERIVELMENTE DIA 28/05/2020

TODAS AS INTRUÇÕES ESTÃO NO GRUPO “TERCEIRÃO”

TEMAS PARA PESQUISA:
1-) “ A ORIGEM DO COMPUTADOR”
2-) “FAKE NEWS”
3-) “OMS E COVID 19 E  A UTILIZAÇÃO DA CLOROQUINA”
4-) “O ENSINO À DISTÂNCIA DURANTE A PANDEMIA”


terça-feira, 19 de maio de 2020

3ºA, 3ºB e 3ºC - FILOSOFIA - Professora Jussara

ATIVIDADES DE 18 A 22 DE MAIO


Olá estudantes! Tudo bem com vocês?


Estamos nos aproximando do final do nosso primeiro bimestre de uma maneira bem fora do que estamos acostumados, mas pudemos aprender algumas coisas bem legais nesses meses, não é?


Na semana passada refletimos sobre a relação entre as ideias de Filosofia espontânea e Filosofia sistemática. Agora para encerrarmos com chave de ouro o bimestre, vamos refletir sobre a utilidade da Filosofia


Leia o texto abaixo e faça as atividades solicitadas em seguida. 


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Filósofos e “filósofos”


Se “todos os homens são ‘filósofos’”, como quer Gramsci, qual é, então, a diferença entre o filosofar de uma pessoa comum e o de um filósofo profissional ou especialista? O próprio autor esclarece:

“O filósofo profissional ou técnico não só ‘pensa’ com maior rigor lógico, com maior coerência, com maior espírito de sistema do que os outros homens, mas conhece toda a história do pensamento, isto é, sabe as razões do desenvolvimento que o pensamento sofreu até ele e está em condições de retomar os problemas a partir do ponto em que eles se encontram após terem sofrido a mais alta tentativa de solução etc. Ele tem, no campo do pensamento, a mesma função que nos diversos campos científicos têm os especialistas”.


Trocando em miúdos, podemos dizer que o filósofo especialista: pensa, reflete, raciocina observando mais cuidadosamente as regras da lógica e os procedimentos metodológicos que utiliza; conhece a história do pensamento, isto é, a história da Filosofia; é capaz de analisar os problemas de seu tempo à luz da contribuição dos filósofos do passado que já se debruçaram sobre eles.

Mas se existe essa diferença entre o filósofo especialista e o não especialista, por que então afirmar que “todos os homens são ‘filósofos’”? Justamente para combater e destruir aquele preconceito de que a Filosofia é uma atividade muito difícil e restrita a  uma minoria.

É importante perceber que a propagação desse preconceito cumpre uma função política conservadora, na medida em que afasta a Filosofia do contato com as massas, com o povo, com as pessoas mais simples. Dessa forma, impedidas de se apropriar dos conceitos e das teorias elaboradas pelos filósofos, as pessoas ficam desprovidas dessas ferramentas intelectuais que lhes permitiriam superar mais facilmente o senso comum e adquirir um conhecimento mais crítico e elaborado da realidade em que vivem.

Além disso, cabe afirmar que todos os homens são “filósofos” para deixar claro que todas as pessoas são potencialmente capazes de avançar de um “filosofar” espontâneo, assistemático, restrito ao bom senso, para um filosofar mais elaborado e rigoroso, semelhante ao praticado pelos filósofos especialistas.

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Estabelecida a diferença entre o filósofo especialista e o filósofo que todos somos, trata-se, agora, de aprofundar a compreensão do conceito de Filosofia. Muitos dizem que ela é uma reflexão. Mas que tipo de reflexão? No texto abaixo veremos a concepção do filósofo Dermeval Saviani que propõe  apresentar a definição de Filosofia como uma “reflexão (radical, rigorosa e de conjunto) sobre os problemas que a realidade apresenta”. 

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A Filosofia como reflexão 


Vimos que etimologicamente a palavra filosofia significa busca do conhecimento verdadeiro, ou seja, busca da verdade. A forma pela qual a Filosofia realiza essa busca da verdade é por meio da reflexão. Mas o que é refletir?

Como nos lembra o professor Dermeval Saviani: “se toda reflexão é pensamento, nem todo pensamento é reflexão”. O pensamento é um ato corriqueiro, singelo, espontâneo, que realizamos descompromissadamente a todo instante, até mesmo sem perceber. A reflexão, por sua vez, é uma atitude mais consciente, mais comprometida, que implica pensar mais profundamente sobre um determinado assunto, repensá-lo, problematizá-lo, submetendo-o à dúvida, à crítica, à análise, buscando seu verdadeiro significado.

Assim, o pensamento pode ser reflexivo ou não. Acontece que nem toda reflexão é filosófica. Segundo Saviani, para isso ela precisa satisfazer, ao mesmo tempo, a pelo menos três exigências:

  •  ser radical, isto é, analisar em profundidade o problema em questão, buscando chegar às suas raízes, aos seus fundamentos;

  •  ser rigorosa, ou seja, proceder com coerência, de forma sistemática, segundo um método bem definido para propiciar conclusões válidas e bem fundamentadas;

  •  e ser de conjunto, isto é, tomar o objeto em questão não de forma isolada e abstrata, mas em uma perspectiva de totalidade, ou seja, levando em consideração os diversos fatores que, em um dado contexto, o determinam e condicionam.

Além disso, vale lembrar que filosofar implica questionar o senso comum. Para tanto, é preciso utilizar certos conceitos e teorias necessários para a compreensão mais aprofundada dos temas e problemas sobre os quais se vai refletir. Ora, como estes conceitos e teorias estão contidos nas obras dos filósofos, é importante  estudar tais obras, não para memorizar mecanicamente, mas para compreendê-las e, com base nesta compreensão, questionar o senso comum e transformar nossas representações primeiras sobre diferentes temas da vida cotidiana, da vida em sociedade.

Mas, ao entrarmos em contato com a obra de um filósofo, não apreendemos apenas os conceitos por ele desenvolvidos. Apreendemos também o seu jeito de pensar, de raciocinar, de argumentar, de organizar as ideias, enfim, o seu “estilo reflexivo”, o que também nos ajuda a melhorar cada vez mais nosso próprio jeito de pensar. É dessa forma, estudando o pensamento dos filósofos e nos exercitando mais e mais na prática da reflexão, que nos tornamos cada vez mais filósofos.

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A partir destas leituras pudemos compreender que a reflexão filosófica não pode ser praticada de forma espontânea, descomprometida. Antes, ela requer dedicação, esforço e, muitas vezes, trabalho árduo, cuja recompensa será um conhecimento mais elaborado e crítico do objeto dessa reflexão. Para finalizar, vamos retomar a questão da utilidade versus inutilidade da Filosofia com a leitura do texto abaixo:


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Utilidade da Filosofia?


Para que serve a Filosofia? Qual é sua utilidade? Para responder a essas perguntas precisamos antes fazer algumas outras: O que entendemos por útil? Quem nos dá os critérios com base nos quais consideramos algumas coisas úteis e outras inúteis? Conhecemos de fato esses critérios? Paramos para pensar sobre eles? Tomamos conscientemente a decisão de aceitá-los? Por que perguntamos sobre a utilidade de certas coisas e não de outras? Haveria pessoas ou grupos interessados em mostrar algumas coisas como úteis e outras como inúteis? Quando dizemos que, para nós, uma determinada coisa não serve para nada, estamos expressando um conhecimento efetivo sobre essa coisa ou, na verdade, apenas reproduzimos a “opinião” geral ou uma visão hegemônica a respeito dela? Estamos agindo com autonomia e liberdade?

Poderíamos formular ainda inúmeros outros questionamentos derivados daquele inicialmente apresentado. E, ao fazê-lo, já estaríamos nos situando dentro da Filosofia, isto é, já estaríamos, em um certo sentido, filosofando. Afinal, filosofar é, também, não aceitar como verdadeira qualquer ideia sem antes submetê-la à dúvida, à investigação, à reflexão crítica e rigorosa. Ora, isso significa que, para demonstrar com consistência a utilidade ou inutilidade da Filosofia, ou de qualquer outra coisa, já teríamos que filosofar.

[...] é preferível ‘pensar’ sem disto ter consciência crítica, de uma maneira desagregada e ocasional, isto é, ‘particular’ de uma concepção do mundo ‘imposta’ mecanicamente pelo ambiente exterior, ou seja, por um dos vários grupos sociais nos quais todos estão automaticamente envolvidos desde sua entrada no mundo consciente [...] ou é preferível elaborar a própria concepção do mundo de uma maneira crítica e consciente e, portanto, em ligação com este trabalho próprio do cérebro, escolher a própria esfera de atividade, participar ativamente na produção da história do mundo, ser o guia de si mesmo e não aceitar do exterior, passiva e servilmente, a marca da própria personalidade?

GRAMSCI, A. Caderno 11 (1932-1933). Introdução ao estudo da Filosofia. In: Cadernos do cárcere. Vol. 1. Edição Carlos Nelson Coutinho com Marco Aurélio Nogueira e Luiz Sérgio Henriques. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. p. 93-94.

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A T I V I D A D E S ___________________________________


1. Para que serve, afinal, a Filosofia?

2. É importante estudar Filosofia na escola? A quem serve a ideia da retirada da Filosofia do Ensino Médio?

3. Explique por que a ideia de que a Filosofia é uma atividade muito difícil e acessível apenas a poucos privilegiados é politicamente conservadora.

4. A partir do seu ponto de vista, você entende que as aulas de Filosofia têm, no decorrer desses anos, fornecido ferramentas intelectuais para conhecer melhor a realidade? De que forma?

5. Para bem encerrarmos o bimestre na disciplina de Filosofia, escreva uma autoavaliação sobre o que você aprendeu neste bimestre e as reflexões que tivemos nesta aula te ajudaram. Se você se sentir confortável, dê uma nota para si mesmo pelo seu desempenho neste primeiro bimestre. 


É muito importante que você faça as atividades, responda às questões acima em folha separada, devidamente identificada, e as entregue na escola no dia 22 de maio no horário escolhido para a sua série. Vamos concluir esse bimestre com sucesso - dentro do possível! :)


E já sabem, quaisquer dúvidas podem me chamar no Whatsapp!


Bons estudos!


Professora Suzana - Arte - 3º C (ensino médio) AUTORRETRATO



Autorretrato 
(Aulas referente a semana do dia 18 a 22 de maio de 2020) 

Como cada um se vê:

Perceba nas imagens abaixo como o autorretrato de pintores famosos, como Candido Portinari, Pablo Picasso e Frida Kahlo. Para que os pintores fizessem seus autorretratos, foi preciso que se reconhecessem como pessoas e conhecessem suas características, seus gostos e suas preferências. Observe esses artistas e o que seus autorretratos dizem sobre eles.







ATIVIDADES

Com base no que observou nos artistas que criaram seus próprios autorretratos:

Como você se vê? Faça o seu autorretrato não como pintor (a) famoso (a), mas como estudante fazendo um exercício de reflexão sobre o que pensa de si mesmo (a), que se reconhece. Tire foto e poste seu autorretrato em desenho e a exemplo dos artistas citados acima comente, inclua seu Diário de Práticas e Vivências, sobre a experiência e os aspectos de seu autorretrato.






Referências Bibliográficas:

Acesso em 18/05/20 no link:

https://midiasstoragesec.blob.core.windows.net/001/2018/03/caderno-pv_professor_em.pdf

Acesso em 18/05/20 no link: https://citaliarestauro.com/candido-portinari-vida-obra/

Acesso em 18/05/20no link: https://geekness.com.br/os-auto-retratos-pablo-picasso/

Acesso em 18/05/20no link:

http://www.arte.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=138&evento=1




Obs. Enviar as atividades pelo e-mail: suz_claudia@hotmail.com
               Data de entrega da atividade 22/05/2020

Avaliação Bimestral de Química 3°EM Regular

Avaliação Bimestral de Química 3° EM regular. Essa Avaliação deve ser realizada em forma de trabalho manuscrito e deve ser entregue na escola até o dia 22/5/2020. Você tera acesso a avaliação clicando  aqui.

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Atividade de Língua Portuguesa


Escola Estadual Professor João Pessoa Maschietto
Componente curricular: Língua Portuguesa e Literaturas
Professora: Deusiana M. Conti
Anos envolvidos: 1º EM D, 2º EM D e 3º EM C


Caros Alunos,
Para o obter o referencial teórico para realizar a atividade proposta nesta semana, vocês deverão assistir a dois vídeos compartilhados pelo Youtube, ambos são curtos, o primeiro possui três minutos e quatro segundos, o segundo possui três minutos e cinquenta e quatro segundos.
Essa atividade foi planejada para atender às habilidades e competências a serem desenvolvidas ao longo dos três anos do Ensino Médio ao trabalhar com o conteúdo específico de análise crítica de dados, informações e  opiniões encontrados nas várias mídias.
Espero que a atividade seja de alguma forma prazerosa de ser realizada.



Depois de assistir aos vídeos, leia o texto a seguir. Se puder lê-lo na publicação no site de origem é interessante, pois temos as fotos e as fontes e tamanho das letras, cores e formas originais: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/2020/05/17/winter-a-lhama-que-pode-ajudar-na-busca-por-uma-cura-para-a-covid-19.ghtml


Winter, a lhama que pode ajudar na busca por uma cura para a Covid-19
Uma lhama que vive tranquilamente em uma granja na Bélgica leva em seu sangue um anticorpo com potencial de inibir os efeitos do Sars-Cov-2, nome oficial do novo coronavírus.

Por Carlos Serrano, BBC
17/05/2020 21h16  Atualizado há 10 horas


A lhama Winter vive na Bélgica e se tornou uma das esperanças na luta contra o novo coronavírus — Foto: TIM COPPENS via BBC
A lhama Winter vive na Bélgica e se tornou uma das esperanças na luta contra o novo coronavírus
 — Foto: TIM COPPENS via BBC

Winter não sabe, mas uma equipe de cientistas tem a esperança de que ela se torne uma heroína e ajude a humanidade.
Essa lhama, que vive em rancho de um laboratório da Bélgica, guarda em suas células um elemento que pode ser promissor no tratamento contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.
Uma pesquisa recente feita em laboratório revelou que um tipo de anticorpo desenvolvido pelas lhamas pode combater de maneira efetiva a infecção causada pelo Sars-Cov-2, nome oficial do novo coronavírus. A pesquisa, porém, ainda está em fase inicial e pode demorar para ser concluída. E, para que um remédio se torne realidade, o anticorpo precisa ser testado em humanos, o que não deve acontecer tão cedo.
Os pesquisadores se sentem otimistas, informou o cientista Daniel Wrapp à BBC Mundo. Ele atua no Departamento de ciências moleculares da Universidade do Texas, em Austin, nos Estados Unidos, e é o principal autor do estudo.

Mas, afinal, o que faz a Winter ser tão especial na luta contra o novo coronavírus?

As lhamas desenvolvem um tipo de anticorpos que pode ajudar no combate ao Sars-Cov-2 — Foto: TIM COPPENS via BBC
As lhamas desenvolvem um tipo de anticorpos que pode ajudar no combate ao Sars-Cov-2
 — Foto: TIM COPPENS via BBC

Nanocorpos

A história com a lhama Winter (inverno, em inglês) começou em 2016, quando ela tinha apenas meses de vida.
Na época, cientistas da Universidade de Texas e da Universidade de Gante, na Bélgica, escolheram Winter para investigar o Sars-Cov-1 e o MERS-Cov, que são coronavírus da mesma família do Sars-Cov-2.
Os estudiosos descobriram que quando o sistema imune das lhamas detecta um invasor externo, como um vírus ou uma bactéria, o seu organismo produz um anticorpo do tamanho de um quarto do tipo de anticorpo que é desenvolvido pelos humanos.
Por isso, os cientistas os chamam de "nanocorpos". Outros camelídeos, como alpacas e os camelos, também desenvolvem nanocorpos.
Os tubarões também desenvolvem esses elementos. Porém, é mais fácil lidar com uma lhama do que com um tubarão, explica Wrapp.
O sistema imunológico dos humanos não produz esses nanocorpos. A vantagem dos nanocorpos é que em razão do tamanho, se agarram mais facilmente às proteínas do coronavírus, que fazem com que o Sars-Cov-2 ataque as células do corpo humano.
O sistema imunológico dos humanos não produz esses nanocorpos. A vantagem dos nanocorpos é que em razão do tamanho, se agarram mais facilmente às proteínas do coronavírus, que fazem com que o Sars-Cov-2 ataque as células do corpo humano.


https://img.r7.com/images/nanocorpos-17052020204240032
Os nanocorpos (em azul) se atrelam às proteínas do novo coronavírus (rosa, verde e laranja) e assim impedem que o vírus infecte a célula — Foto: UNIVERSIDAD DE TEXAS EN AUSTIN via BBC

No experimento de 2016, os investigadores injetaram as proteínas que envolvem o Sars-Cov-1 e o MERS-Cov em Winter e notaram que os nanocorpos desenvolvidos pela lhama mostraram uma boa capacidade para deter a infecção do Sars-Cov-1.
Quatro anos depois, diante da pandemia do novo coronavírus, Wrapp e sua equipe fizeram novos experimentos para ver quão efetivos seriam os resultados dos nanocorpos contra o Sars-Cov-2.
Inspirados nos nanocorpos de Winter, Wrapp e sua equipe desenvolveram um tipo de anticorpo para enfrentar o novo coronavírus.
Os resultados iniciais dos testes apontam que o nanocorpo pode neutralizar a proteína do Sars-Cov-2 que ataca o organismo humano.
"Esperamos que esse anticorpo possa servir como um tratamento para reduzir a carga do novo coronavírus e os sintomas da Covid-19", disse Wrapp.

Proteção imediata

Esta descoberta pode levar à criação de um tratamento no qual são injetados os anticorpos em uma pessoa saudável para que ela se proteja de um possível contágio pelo novo coronavírus. Esse tratamento também pode fazer com que uma pessoa já infectada receba os anticorpos e seus sintomas da doença sejam menores.

O Sars-Cov-2 utiliza proteínas em forma de espinho para aderir às células humanas que ataca — Foto: GETTY via BBC
O Sars-Cov-2 utiliza proteínas em forma de espinho para aderir às células humanas que ataca —
 Foto: GETTY via BBC

Essa proteção imediata, dizem os pesquisadores, seria um grande benefício para as pessoas que, algumas vezes, não respondem efetivamente às vacinas. Também podem beneficiar trabalhadores da saúde que estão em constante risco de contágio.

Os estudos com lhamas

De acordo com Wrapp, não é muito comum fazer experimentos com lhamas. No entanto, o objetivo do estudo era analisar um animal que gerasse uma resposta imune distinta à dos humanos.
Agora que já sabem que os nanocorpos das lhamas mostram resultados promissores, Wrapp e sua equipe se preparam para começar as provas com outros animais como porquinhos da índia ou primatas, mais parecidos com os humanos.
"Se tudo sair perfeito e chegarmos à etapa de fazer provas em humanos, poderemos ter uma droga aprovada em um ano", diz Wrapp.
O processo de passar de uma prova de laboratório para ensaios em humanos pode demorar vários anos, mas em meio à pressão causada pelo novo coronavírus, o pesquisador acredita que esse procedimento pode acontecer em tempo recorde.
"Queremos assegurar que temos algo seguro e efetivo antes de aplicarmos em humanos", diz. "É preciso ser cauteloso, porque há uma grande diferença entre ensaios em um laboratório e a resposta imune entre os humanos".

Um longo caminho

Matthew DeLisa, diretor do Instituto de Biotecnologia da Universidade de Cornell, em Nova York, afirma que o estudo com a lhama "tem um enfoque distinto".
"É certo que as lhamas não são os animais mais comuns em estudos experimentais. Porém, nos últimos anos elas se tornaram muito populares como fontes de anticorpos, especialmente por conta dos nanocorpos", diz DeLisa, que participa desses estudos, à BBC Mundo.

Especialistas afirmam que é necessário buscar muitos anticorpos que possam ser candidatos a combater o novo coronavírus — Foto: GETTY via BBC
Especialistas afirmam que é necessário buscar muitos anticorpos que possam ser candidatos a combater o novo coronavírus — Foto: GETTY via BBC

DeLisa, no entanto, ressalta que há "um longo caminho pela frente" para que esses anticorpos sejam aprovados em tratamentos com humanos.
"Essa não é uma terapia padrão. É preciso demonstrar que é seguro e eficaz usar anticorpos de lhamas em humanos", diz o pesquisador. Segundo ele, as pesquisas devem ir além dos testes in vitro — fase preliminar das pesquisas, em ambientes controlados e fechados de um laboratório.
O especialista ressalta que é fundamental que sejam feitos mais estudos sobre o tema.
"Não é suficiente que seja apenas uma equipe para encontrar os nanocorpos. Necessitamos que haja muitas equipes desenvolvendo muitos tipos de anticorpos, com a esperança de que ao menos um seja útil contra o novo coronavírus", declara.
Enquanto os cientistas avançam nos estudos de anticorpos contra o novo coronavírus, Winter, hoje com quatro anos, segue pastando tranquilamente nos campos da Bélgica.
"Ela está muito bem. Desfrutando de um merecido descanso", diz Wrapp.

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Após a leitura responda às questões:

1) Quais as diferenças entre o texto gênero reportagem e o texto gênero notícia?

2) Qual o tema da reportagem “Winter, a lhama que pode ajudar na busca por uma cura para a covid 19”?

3) Qual o recorte temático desse tema presente no texto? Recorte temático pode ser entendido como o assunto dentro de tema. Lembre-se título, tema e recorte temático (assunto) são diferentes.

4) Faça um resumo do texto, utilize no mínimo 10 e no máximo 12 linhas.


Orientações para o desenvolvimento da atividade:

a) A atividade deverá ser manuscrita em folha de caderno e entregue na Escola no dia 22/05 das 19h ás 20h30 min.  Não se esqueça de tirar as “barbinhas” da folha;

b) Na parte superior da folha escreva o cabeçalho, dele devem constar necessariamente as seguintes informações:
      - E.E. Prof. João Pessoa Maschietto
      - Componente curricular: Língua Portuguesa e Literaturas;
      - Professora Deusiana M. Conti
      - Nome completo do Aluna(a)
      - Ano ao qual o Aluno (a) pertence 1º EM D, 2º EM D ou 3 EM C;

c) Copie as perguntas e responda às questões utilizando-se da norma culta da Língua Portuguesa escrita. Mobilize para essas respostas os conhecimentos construídos ao longo da sua escolaridade.

domingo, 17 de maio de 2020

Atividade 3°A,3°B,3°C-SOCIOLOGIA-Prof.José Valério-entregar na escola dia 22/05

Atividade 3°A, 3°B, 3°C - SOCIOLOGIA -

 Prof. José Valério

Atividade da semana do dia 18 a 22 de maio 

INTERPRETAÇÃO DE TEXTO 

( Para que o aluno possa calcular o tempo de leitura é de 5 minutos, o tempo de elaboração do rascunho e texto final são 20 minutos. Total para essa atividade 25 minutos que o aluno ocupará do seu tempo de estudo)

Para ser entregue sexta feira, 22 de maio de 2020, na escola,  3°A e 3°B a entrega deve ser realizada das 11h:00 as 12h:30 e o 3°C das 19h:00 as 20h:30.


- Como o  aluno deve proceder:
Em uma folha separada (folha de caderno, almaço ou sulfite) contendo no cabeçalho as seguintes informações: Nome da Escola, nome do aluno, n° do aluno, série do aluno, turma do aluno, data da entrega e nome da Disciplina de Sociologia e nome do professor.

- Após essa identificação, o aluno deve proceder a leitura do texto que está publicado aqui no blog e escrever na folha separada  uma interpretação do seu entendimento sobre o texto, isso significa conseguir responder no seu texto as indagações do autor.  

“ATENÇÃO, NÃO É PARA  ENTREGAR A ATIVIDADE COMO SE FOSSE UM QUESTIONÁRIO COM  PERGUNTAS  E RESPOSTAS.”

O aluno deve escrever um texto contínuo com parágrafos. O texto deve apresentar/expressar os seguintes questionamentos do autor:     

O que o autor está analisando?
Com quem dialoga?
O que o autor defende?
Com quais argumentos?


Texto para leitura e interpretação: 

A cidadania vertical no Brasil: o caso do Coronavírus

Por Marcelo da Silveira CamposDoutor em Sociologia pela USP, professor da UFGD e professor convidado da Faculdade de Medicina da USP. Também é pesquisador e Pós-Doutorando no INCT-InEAC/UFF.

Isolamento parcial, ou vertical, como vem sendo denominado, consiste essencialmente em retirar das relações sociais somente os grupos mais suscetíveis à mortalidade pela COVID-19 como, por exemplo, as pessoas acima de 60 anos, portadores de doenças como hipertensão, diabetes.[...] Entretanto, em constantes reuniões e pronunciamentos no Planalto, diga-se muitas vezes contrárias às diretrizes do próprio Ministro da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, as autoridades federais admitem que não há qualquer estudo para justificar tal orientação [...]
O que quero chamar a atenção para reflexão é que a ideia do isolamento vertical, contudo, não é (nem nunca foi) nova no Brasil. Especialmente, quando nós relacionamos essa proposta de isolamento vertical à cidadania vertical no Brasil. Em termos sucintos podemos dizer que a cidadania é vertical no Brasil porque ela é desde sempre uma cidadania fundamentalmente hierarquizada: os grupos privilegiados, que constituem uma pequena parcela da população, possuem a maioria dos recursos sociais, jurídicos, econômicos e simbólicos para exercer a diferenciação e reproduzir a desigualdade no espaço público e no espaço privado; por outro lado, a maioria da população que são as classes menos privilegiadas e compõem fundamentalmente o mercado de trabalho dos serviços domésticos, trabalhadores da indústria de bens e serviços, trabalhadores do mercado informal e os profissionais da saúde que atuam na ponta das redes de assistência social não detém os mesmos recursos sociais, jurídicos e econômicos para exercer os direitos no espaço público e privado, ou seja, para ser e exercer uma cidadania horizontal.
Ora, como se sabe é a composição do nosso mercado de trabalho durante o século XIX, constituído basicamente pela escravidão massiva de negras e negros, que faz com que uma cidade como a do Rio de Janeiro tinha aproximadamente 50% da população formada por escravos. É do mesmo século XIX, que uma das primeiras obras consideradas sociológicas no país – Os Sertões de Euclides da Cunha – descreve como, na recém-república, Canudos atraiu centenas de nordestinos pobres despertando a ira dos grandes fazendeiros e elite política: morreram mais de 15 mil pessoas no país sendo a grande maioria, os pobres.
Chamo a atenção para estes dois pontos porque, no meu entender, eles estão articulados na reação sociopolítica ao COVID-19; e constituem, hoje, o maior risco para o alastramento da doença em nosso território e um novo genocídio da população pobre e periférica do país: a defesa política do isolamento vertical (e os seus defensores) representam o maior risco à nossa democracia, bem como, representam a continuidade de uma cidadania verticalizada e hierarquizada. Logo, os trabalhadores das classes médias altas e altas continuarão em seus isolamentos horizontais, trabalhando home office, e tomando as medidas de não exposição necessárias para todas e todos. No entanto, o isolamento vertical atingirá majoritariamente os moradores das periferias e favelas das grandes cidades brasileiras, os trabalhadores da saúde que dedicam suas vidas ao trabalho na ponta da saúde pública e assistência social, os empregados domésticos, os 12 milhões de desempregados, os encarcerados. Estes, sim, estarão expondo novamente suas vidas ao isolamento vertical. E, novamente, a cidadania vertical no país.
De modo contrário, a defesa do isolamento horizontal, portanto, igualmente distribuído para os diferentes grupos, setores e classes sociais da população - com todos submetidos à mesma medida de quarentena - é algo mais do que necessário. Mas, infelizmente, inconcebível para boa parte dos setores privilegiados no Brasil. Trocando em miúdos, como nos ensina a canção do Chico: o isolamento horizontal está relacionado fundamentalmente a uma concepção prática no espaço social – público e privado - de exercício de uma cidadania plena (parafraseando Parsos no sempre necessário texto sobre a “Cidadania para um Americano Negro”) para todas e todos. O que em nossa história republicana continua tarefa urgente: uma cidadania plena para os brasileiros, especialmente, para os negros e negras, os periféricos, as empregadas domésticas, as trabalhadoras da saúde que não querem mais nada vertical. E sim horizontalidade.



Executar a leitura do texto, interpretar e escreve (manuscrito) um texto numa folha separada identificada ( nome da escola, nome do aluno, número do aluno, série do aluno e turma do alno, nome da disciplina Sociologia e nome do professor). Esse  texto que você irá criar deve responder aos seguintes questionamentos do autor do texto: 
O que o autor está analisando?
Com quem dialoga?
O que o autor defende?
Com quais argumentos? 
ATENÇÃO, não é para entregar um questionário com perguntas e respostas, é para produzir um texto contínuo em que as indagações do autor sejam respondidas na forma de texto.

Para ser entregue sexta feira 22 de maio de 2020 
Qualquer dúvida é só entrar em contato com o professor. 

Atividade da semana do dia 11 a 15 de maio 

O professor irá avaliar no texto da aluna (o) se atingiu as competência /habilidade para: 


Estabelecer uma reflexão crítica sobre a formalização dos direitos da cidadania e as suas possibilidades de efetivação.



Ler, interpretar e analisar  o texto e a partir dai produzir seu próprio texto respondendo as indagações do autor.

 partir desses critérios a menção da sua nota será de 1 a 10, sendo que: 

 A  nota 1 até a nota 4 significa que o aluno encontra-se  no nível - Abaixo do básico (recuperar)
 A  nota 5 até a nota 6 significa que o aluno encontra-se no nível - Básico 
 A  nota 7 até a nota 8 significa que o aluno encontra-se no nível -  Adequado
 A nota 9 até a nota 10 significa que o aluno encontra-se no nível  - Acimado adequado