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terça-feira, 26 de maio de 2020


RECUPERAÇÃO DE GEOGRAFIA   TERCEIRO EJA PROFESSOR AIRTON(T OM)



TERCEIRO EJA




Para quem está devendo atividade (s) e, a RECUPERAÇÃO será em forma de pesquisa, da seguinte maneira:

1-) Enviar a (s) pesquisas ao e-mail: professortomgeoconchal@gmail.com
2-) Favor escrever o e-mail corretamente.
3-) Todas as vezes que se escreve um e-mail e, ele não chega ao destinatário, é recebido um e-mail de NÃO ENTREGA.... Se você não recebeu um e-mail assim, é porque seu e-mail chegou. NÃO PRECISA, NESSE CASO, EU FICAR CONFIRMANDO O RECEBIMENTO.
4-) Escrever seu nome, número e série no ASSUNTO e no CONTEÚDO DO E-MAIL, antes de começar a pesquisa.
5-) No final da (s) pesquisa (s), faça uma CONCLUSÃO FINAL (COM SUAS PALVRAS)
6-) Se seu NÚMERO DE CLASSE, não constar, está tudo ok.
7-) Repetindo, registrei todas as notas no diário, não foi por data da atividade e, SIM, atividades que estão faltando..., portanto, creio ser mais prático uma pesquisa e no final da pesquisa, uma CONCLUSÃO FINAL (ESSA VAI SER MAIS VALIOSA, VALERÁ MAIS NOTA).
8-)   A entrega pelo e-mail deverá ser entre amanhã, dia 27/05 e impreterivelmente até 28/05/2020.

ATENÇÃO... MUITA ATENÇÃO
·        AS ATIVIDADES ENTREGUES NA ESCOLA DIA 22/05/2020, NÃO ESTÃO SENDO CONTADAS, AINDA NÃO TIVE ACESSO ÀS MESMAS
·        QUEM TIVER, UMA, DUAS OU TRÊS PESQUISAS, ESCOLHA O/S TÍTULO/S QUE MAIS TE AGRADAR.
·        QUEM TEM QUATRO, DEVERÁ FAZER AS QUATRO (OU SEJA, NÃO ENTREGOU NADA)

NÚMERO DO/A
ALUNO(A)
QUANTIDADE
DE PESQUISA/S
01
01
02
04
03
02
04
01
05
04
06
04
07
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08
04
09
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10
OK
11
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13
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15
04
16
04
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04
18
04
19
04
20
O4




RECUPERAÇÃO DE GEOGRAFIA     PROFESSOR: AIRTON (TOM)
RECUPERAÇÃO:        3º EJA
DATA DE ENTREGA: IMPRETERIVELMENTE DIA 28/05/2020

TEMAS PARA PESQUISA:
1-) O ESTATUTO DO IDOSO
2-) A.L.C.A.
3-) FAKE NEWS
4-) “O ENSINO À DISTÂNCIA DURANTE A PANDEMIA

IMPORTANTE:
A CONCLUSÃO FINAL DEVERÁ SER MUITO BEM FEITA, SUA NOTA DEPENDE DELA.




segunda-feira, 18 de maio de 2020

3ºEJA - FILOSOFIA - Professora Jussara

 ATIVIDADE DE 18 A 22 DE MAIO


Olá estudantes! Tudo bem com vocês?


Estamos nos aproximando do final do nosso primeiro bimestre de uma maneira bem fora do que estamos acostumados, mas pudemos aprender algumas coisas bem legais nesses meses, não é?


Para encerrarmos com chave de ouro, vamos refletir mais profundamente sobre a teoria da banalidade do mal para Hannah Arendt. Leia o texto abaixo e faça a atividade solicitada em seguida. É muito importante que você faça as atividades e as entregue na escola no dia 22 de maio no horário escolhido para a sua série. Vamos concluir esse bimestre com sucesso - dentro do possível! :)


Hannah Arendt e a Banalidade do Mal

 

O que você entende por “banal” e “mal”? Defina cada um desses termos e dê, pelo menos, um exemplo que explique cada um deles. Em sua opinião, em que situação uma atitude má pode ser banal? E em que situação uma atitude má não seria banal? Reflita e destaque, pelo menos, um exemplo.

A discussão empreendida por Hannah Arendt gira em torno da ideia de que a banalidade do mal é consequência de uma ação impensada, alienada e conivente, que propaga um tipo de normalidade, de hábito insensível. Esse mal faz ignorar as vítimas e pode se instalar tanto em regimes totalitários quanto democráticos.

A pensadora acompanhou o julgamento do oficial nazista Adolf Eichmann e ficou impressionada com a ausência de convicções por parte do acusado, um homem que havia sido responsável pela deportação de incontáveis vítimas para os campos de concentração e que, apesar disso, considerava-se inocente, argumentando que apenas havia cumprido ordens. Hannah Arendt desenvolveu então sua hipótese explicativa: a banalidade do mal.

Em seu livro Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal (1963), a filósofa desenvolveu sua teoria na tentativa de compreender a maldade praticada pelos homens. Lembre-se de que “banal” significa trivial, comum, desimportante.

Pode-se dizer, por exemplo, que um filme é banal porque é bobo, não acrescenta nada; que não se deve brigar porque o motivo é banal, ou seja, o motivo não justifica uma briga; ou ainda que não se deve perder tempo com banalidades, pois elas são insignificantes. Como então um mal pode ser banal?

Em 1997, no Brasil, cinco jovens assassinaram o índio Galdino Jesus dos Santos. Você se lembra? Galdino estava em Brasília para discutir a situação da terra de seu povo no sul da Bahia. Ao voltar para onde estava hospedado, ele se perdeu e dormiu em um ponto de ônibus. Às 5 horas, os jovens atearam fogo nele, que teve 95% do corpo queimado e morreu em seguida. No julgamento, os assassinos se defenderam afirmando que fora uma brincadeira.

Hannah Arendt encontrou-se diante de um enigma assim quando escreveu a tese da banalidade do mal, questionando como alguém que praticou um mal não se considera culpado.

Para que você possa compreender melhor a tese da banalidade do mal, é preciso entender o contexto em que ela foi formulada. Em 1961, Hannah Arendt embarcou de Nova Iorque para Jerusalém, para acompanhar o que seria o maior julgamento de um carrasco nazista depois do Tribunal de Nuremberg. O réu era Adolf Eichmann, encontrado na Argentina pela polícia secreta de Israel (Mossad). Em maio de 1960, ele fora sequestrado pelos oficiais dessa unidade especial e levado para Jerusalém. Só então o governo de Israel anunciou que o havia descoberto no país latino-americano, escondido sob a falsa identidade de Ricardo Klemente, um funcionário da Mercedes-Benz.

É ainda necessário explicar que, durante o regime nazista, Eichmann coordenava as atividades práticas de implementação da “solução final”, termo que se refere ao projeto nazista de eliminar toda a população judaica dos territórios conquistados pela Alemanha. De seu escritório em Berlim, Eichmann organizava as rotas de trens que seguiam para os campos de extermínio, identificando os deportados. Era ele quem despachava homens e mulheres de origem judaica, homossexuais, ciganos, testemunhas de Jeová, entre outros, considerados inferiores ou prejudiciais para os alemães “puros”, para os campos de concentração e de extermínio, tais como Auschwitz, Dachau e Treblinka.

A filósofa, que foi a Jerusalém como enviada da revista New Yorker e acompanhou diariamente as sessões do julgamento, esperava encontrar um ser monstruoso, alguém malévolo, com sede de sangue, sem nenhum sentimento de bem-querer pelo ser humano, ou seja, um assassino frio, disposto a matar qualquer um que se interpusesse entre ele e seus objetivos. No entanto, espantou-se ao deparar com um perfil burocrata, um marido dócil, um pai dedicado, alguém que se julgava um bom cidadão, cumpridor de seus deveres.

Arendt, cujo nome significa enfrentar, dedicou-se sem ressalvas a enfrentar esse dilema. Como um indivíduo que participou ativamente de um sistema que aniquilou milhares de vítimas não se sente responsável pelo que fez? Em seu texto, ela transcreve a declaração de inocência do acusado:

Com o assassinato dos judeus não tive nada a ver. Nunca matei um judeu, nem um não-judeu – nunca matei nenhum ser humano. Nunca dei uma ordem para matar fosse um judeu fosse um não-judeu; simplesmente não fiz isso.

Adolf Eichmann, 1961.

Apud ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém: um relato sobre a banalidade do mal. São Paulo: Companhia das Letras, 1999, p. 33.

Foi na tentativa de responder a essa questão que a pensadora desenvolveu a tese da banalidade do mal, que explica como um mal praticado por uma personalidade condicionada, sem convicção, faz desse indivíduo, por isso mesmo, alguém capaz das maiores atrocidades sem se responsabilizar por elas, pois, para a pessoa, trata-se apenas do cumprimento de ordens.

Essa barbaridade torna-se banal porque não tem uma motivação política, ética, ideológica. Eichmann decidia e enviava as pessoas em um trem para campos de extermínio como se isso fosse algo comum, ordinário e, por isso, banal. É importante dizer que a ausência de motivação não o isenta e não o torna inocente; a complexidade é justamente entender que sujeito era esse, que não era um inimigo patológico dos judeus, nem um sádico mórbido ou um monstro depravado, mas terrível, horrivelmente normal. Arendt caracterizou a personalidade de Eichmann como medíocre, um sujeito que cumpria com zelo e eficiência as ordens que recebia, sem questioná-las, considerando desonesto não executar o trabalho que lhe fora dado. A pensadora afirma que, ao cumprir ordens, sentado à sua mesa de escritório, Eichmann acreditava que permanecia “de mãos limpas”. Afinal, era como se, diretamente, ele não fizesse mal a ninguém; ao contrário, ele estaria honrando o seu trabalho, sendo apenas um cumpridor dos seus deveres.

Era um funcionário extraordinário, mas um homem ordinário, incapaz de pensar por si próprio, de separar o bem do mal e que, pelo seu comprometimento profissional, se considerava inocente. Conforme observou Arendt:

[...] era um homem que não parava para refletir. Ele não tinha perplexidades e nem perguntas, apenas atuava, apenas obedecia. Seu desejo de agir corretamente, de ser um funcionário eficiente, de ser aceito e reconhecido dentro da hierarquia, o tornou um burocrata insensível [...].

SOUKI, Nádia. Hannah Arendt e a banalidade do mal. Extensão.Cadernos da Pró-reitoria de Extensão da PUC Minas, v. 8, n. 26, p. 53, ago, 1998.

Eichmann foi considerado culpado e sentenciado à morte por enforcamento, em Israel.

As análises de Arendt são fundamentais porque alertam para a propensão dos seres humanos a fazer parte de um grupo, aderindo a ele sem reflexão, assumindo, sem pensar, as ideias, opiniões e deveres que podem levar a males extremos.

É um perigo atual se você levar em conta o número de pessoas que vivem de forma acrítica. Segundo a filósofa, o desumano se esconde em cada ser humano. Continuar a pensar e interrogar a si próprio sobre os atos, as normas é a única condição de não ser tragado por esse mal.

 

 

A T I V I D A D E _________________________________________

 

Responda as questões abaixo em uma folha separada e entregue na escola dia 22 de maio.

 

1. Explique o que você entendeu pelo conceito de banalidade do mal.

2. Você consegue imaginar outro exemplo de banalidade do mal que ocorre hoje em dia? Escreva e explique o porquê a banalidade do mal está expressa aí.


sexta-feira, 15 de maio de 2020

Correção das atividades de quimica da semana 11/5 a 15/05/2020

Correção das atividades de química da semana 11/05 a 15/05/2020.Essa atividade deve ser realizada como trabalho escrito identificado com nome número e série e deve ser entregue na escola  no dia 22/05/2020. E você terá acesso a correção clicando aqui

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Atividade de química semana do dia 11/5 a 15/05/2020

Ativida de química semana do dia 11/05 a 15/05/2020.Essa atividade e a aividade da semana que vem deverão ser feitas e entregues em forma de trabalho na escola no dia 22/05/2020. e você pode visualizar clicando aqui

Lingua Portuguesa 3º Eja - Profª Luana



ATIVIDADE PARA NOTA DE LÍNGUA PORTUGUESA 3º EJA – PROFª LUANA

Leia e responda:

Um anjo dorme aqui; na aurora apenas,
disse adeus ao brilhar das açucenas
em ter da vida alevantado o véu.
- Rosa tocada do cruel granizo Cedo
finou-se e no infantil sorriso passou do
berço pra brincar no céu!
                                                                          (Casimiro de Abreu, in Primaveras)

1-     O tema do texto é:
a) a inocência de uma criança
b) o nascimento de uma criança
c) o sofrimento pela morte de uma criança
d) o apego do autor por uma certa criança
e) a morte de uma criança

2-    O tema se desenvolve com base em uma figura de linguagem conhecida como:
a) prosopopeia
b) hipérbole
c) pleonasmo
d) metonímia
e) eufemismo

3-    Por “sem ter da vida alevantado o véu” entende-se:
a) sem ter nascido
b) sem ter morrido cedo
c) sem ter conhecido bem a vida
d) sem viver misteriosamente
e) sem poder relacionar-se com as outras pessoas

4-    “Na aurora apenas” é o mesmo que:
a) somente pela manhã
b) no limiar somente
c) apenas na alegria
d) só na tristeza
e) só no final.

5-    Estudamos as escolas literárias. Escolha uma que mais lhe chamou a atenção e fale sobre ela.


  *ESSA ATIVIDADE DEVERÁ SER ENTREGUE NA ESCOLA NO DIA 22/05 ( SEXTA – FEIRA ). NÃO SE ESQUEÇAM DE COLOCAR NA FOLHA NOME, NUMERO E SÉRIE.


resolução das atividades da semana passada

resolução das atividades da semana passada aqui

Atividade3°EJA-Sociologia-Prof.JoséValério-entregar na escola dia 22/05

Atividade 3°EJA - SOCIOLOGIA –  Prof. José Valério


Atividade da semana do dia 11 a 15 de maio.

Para ser entregue no dia 22 de maio na escola das 19h:00 as 20h:30, por favor, respeitem o horário, qualquer dúvida entre em contato.

- Como o  aluno deve proceder:
Em uma folha separada (folha de caderno, almaço ou sulfite) escreva no cabeçalho as seguintes informações: Nome da Escola, nome do aluno, série do aluno (1°serie) turma do aluno (EJA), data da entrega e nome da Disciplina  (Sociologia) e nome do professor.

Responda exercícios 1 e 2 da Unidade 3,  na sua folha separada com o cabeçalho.        Esta folha com os exercícios serão entregues no dia 22 e maio na escola das 19h:00 as 20h:30, por favor, respeitem o horário, qualquer dúvida entre em contato.













Para ser entregue no dia 22 de maio na escola das 19h:00 as 20h:30, por favor, respeitem o horário, qualquer dúvida entre em contato.

- Como o  aluno deve proceder: Em uma folha separada (folha de caderno, almaço ou sulfite) escreva no cabeçalho as seguintes informações: Nome da Escola, nome do aluno, série do aluno (1°serie) turma do aluno (EJA), data da entrega e nome da Disciplina  (Sociologia) e nome do professor.

Responda exercícios 1 e 2 da Unidade 3, na sua folha separada com o cabeçalho. Esta folha com os exercícios serão entregues no dia 22 e maio na escola das 19h:00 as 20h:30, por favor, respeitem o horário, qualquer dúvida entre em contato.


terça-feira, 12 de maio de 2020





Atividade para 3º  EJA Profº Airton(Tom)  Geografia

Semana: 11 a 16/05/2020   
Geografia    Professor Airton ( Tom)       
ENTREGAR  NA ESCOLA      DIA 22/05/2020

NÃO ENVIAR MAIS PARA MEU E MAIL

Leia o texto com muita atenção (várias vezes), procure o significado das palavras que não conhece.


Copie e responda as três questões (com CANETA AZUL OU PRETA) em folha de papel almaço ou sulfite

Faça uma capa que deverá conter:
Nome da Escola
Disciplina : Geografia                  Professor: Airton ou Tom
Nome completo do/da aluno/a:                      nº da chamada e série







A resolucão das atividade dos terceiros anos...    aqui

segunda-feira, 11 de maio de 2020

FILOSOFIA - 3º EJA - Professora Jussara

Olá estudantes! Como tem passado nesta quarentena?

Espero que estejam bem!


Prosseguindo nossos estudos, passaremos agora a utilizar uma nova ferramenta para nos ajudar em nossos estudos: o aplicativo do Centro de Mídias de São Paulo, ou como preferimos dizer, o CMSP.

Neste aplicativo vocês tem acesso a videoaulas de Filosofia e é através dessas aulas que continuaremos nossos estudos.

Ainda não tivemos aulas de Filosofia mas quando tivermos, teremos um post comentando e solicitando atividades.


Nesta semana seguiremos nossos estudos com um texto sobre sistemas totalitários. Este texto está contido na apostila do EJA  que trabalhamos em sala de aula e já possui atividades. Por favor, façam essas atividades (nas páginas 43, 47 e 48) em folha separada com a correta identificação.

A entrega das atividades deverá ser feita na escola no dia 22 de maio (sexta-feira).

Quaisquer dúvidas devem ser encaminhadas para o mesmo e-mail!

 

Bons estudos!

Até mais!


sexta-feira, 8 de maio de 2020

Avaliação Atividade de Química 3º EM/EJA

A atividade deverá ser realizada e entregue via e-mail (valdecyteodorodocarmo@gmail.com), identificados com nome; número e série.

A atividade está disponível em PDF, basta clicar aqui.

Data de entrega: entre os dias 11/05 à 15/05/2020.

Bons Estudos!!!

Arte - Professora Silvana - 3A, 3B, 3EJA



3ªSérie do Ensino Médio



Quebrando paradigmas e implantando novas idéias
Determinados a romper com velhos conceitos, artistas de várias especialidades reúnem-se para mostrar ao país um novo conceito de arte promovendo a Semana de Arte Moderna, em São Paulo. Como tudo que é novo mexe com conceitos e, portanto assusta, não foi fácil para esses artistas se posicionarem diante da realidade política e social da época, mas a trajetória é fascinante e mostra a necessidade de sempre estarmos abertos para mudanças.

Cenário
 Nas primeiras décadas do século XX São Paulo era o grande centro econômico e cultural do país. O crescimento industrial, a combinação do capital proveniente das lavouras cafeeiras com o capital industrial, o intenso processo de imigração e consequente formação do centro urbano, cria uma sociedade com elites dominantes.
Entre essa elite era bastante comum permitir que os filhos estudassem no exterior e quando retornam traziam consigo novas ideias e conceitos contribuindo para o desenvolvimento de diversas áreas. Com a arte não foi diferente: artistas vindos de outras partes do mundo começam a influenciar a cultura brasileira com novas ideias e perspectivas, até que surge o Movimento Modernista Brasileiro que tem seu ápice com a Semana de Arte Moderna ou Semana de 22, como também pode ser chamada em função de ter ocorrido no ano de 1922.

Histórico
Na primeira fase do Modernismo há a influência do Futurismo europeu trazido por Oswald de Andrade em 1912.
Em 1913, o russo Lasar Segall realizou em São Paulo as primeiras exposições de arte não acadêmicas do país, tida como a primeira mostra de arte moderna.
No ano seguinte, Anita Malfatti, que acabara de chegar da Alemanha, expôs quadros Expressionistas.
 Em 1917, Menotti del Picchia, Manuel Bandeira e Murilo Araújo, são os precursores da transformação na literatura brasileira, com a publicação do poema “Juca Mulato” e os livros Cinzas das Horas e Carrilhões, respectivamente.
Também neste ano, Anita Malfatti, que havia voltado de outra viagem, realizou sua segunda exibição no Brasil, dessa vez de quadros Cubistas. Esta exposição foi criticada pelo então crítico literário Monteiro Lobato. Com grande influência na sociedade paulistana, Lobato atacou violentamente a obra e estilo da pintora, mas esse fato, apesar de ter prejudicado muito a carreira de Anita, serviu principalmente para unir o grupo de jovens artistas e levar adiante o propósito modernista.
 Em 1919, é Victor Brecheret quem empolgava a intelectualidade jovem de São Paulo por ser um talentoso escultor que trazia as influências européias, sem deixar de lado seu traço nacionalista modernista.
 A partir de 1920 encontros e reuniões culturais fazem o movimento criar corpo até que a Semana de Arte concretiza-se nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, no teatro Municipal de São Paulo.
  Logo após o término da Semana de Arte Moderna é lançada a revista “Klaxon”, que divulga as produções da nova escola. É sem dúvida uma importante publicação da época que ajudou os jovens artistas conseguirem espaço e estímulo para, ainda em 1922, dar continuidade ao seu trabalho.
Todo o tumulto e inovações propostas na semana de 22 não foram em vão, afinal abriu-se novos espaços para a publicação de livros, revistas e manifestos que divulgaram as propostas e realizações modernistas, contribuindo assim para abrir o debate e a difusão das novas idéias em âmbito nacional

 Mário de Andrade: Poeta, romancista, crítico de arte e musicólogo da época do movimento modernista no Brasil. Causou grande impacto na renovação literária e artística do país, participando ativamente da Semana de Arte Moderna de 22, além de se envolver, entre 1934 e 37 com a cultura nacional trabalhando como diretor do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo.

                                                     Mário de Andrade – pintura de Tarsila do Amaral – 1922


Oswald de Andrade: Escritor, ensaísta e dramaturgo brasileiro. Foi um dos principais organizadores da Semana de Arte Moderna, tornando-se um dos grandes nomes do modernismo literário brasileiro. Foi considerado pela crítica como o elemento mais rebelde do grupo, sendo também o mais inovador entre estes.

                                                           Retrato de Oswald de Andrade, by Anita Malfatti.


  Víctor Brecheret: Um dos mais importantes escultores do país é responsável pela introdução do modernismo na escultura brasileira.

      Monumento às Bandeiras (1954), obra de Victor Brecheret localizada no Parque do Ibirapuera em São Paulo.

Anita Malfatti: Pintora, desenhista e professora brasileira. Viajava com frequência à Europa e incorporava elementos da arte europeia a seu estilo. Teve grande influência no modernismo no  Brasil. 

                                                                          Anita Malfatti  

                                                             O Homem Amarelo (1915-16)

Assista!!!
 ANITA MALFATTI - MAM SP #VIVIEUVI


Heitor Villa-Lobos: Foi maestro e compositor brasileiro. Destacou-se por ter desenvolvido uma linguagem peculiarmente brasileira em sua música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil. Suas obras acentuam o espírito nacionalista onde incorpora elementos das canções folclóricas, populares e indígenas.
                                                                           Villa Lobos

Ouça !!
Villa-Lobos - Bachianas Brasileiras Nº 2 - IV. Tocata (O trenzinho do caipira) . Minczuk

Tarsila do Amaral : Pintora e desenhista brasileira, uma das figuras centrais da primeira fase do movimento modernista brasileiro, ao lado de Anita Malfatti. Seu quadro Abaporu, de 1928, inaugura o movimento antropofágico nas artes plásticas. 

                                                                   Tarsila do Amaral 




                                                                            Abaporu

Assista!!!
TARSILA DO AMARAL - 50 FATOS #VIVIEUVI


 Di Cavalcanti : Pintor, desenhista, ilustrador e caricaturista. Tem grande influência no modernismo brasileiro

                                                                       Di Cavalcanti

                                                   "Cinco Moças, da Coleção Masp,"


Assista!!!
SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922 #VIVIEUVI
Atividade!

Exemplos de releituras feitas por artistas!!

                                          Abaporu-Tarsila do Amaral

                                           Gustavo Rosa

                                                                    Luciano Martins

                                 
                                                        Artistas contemporâneos



Agora é a sua vez de realizar com muita criatividade uma releitura da obra Abaporu de Tarsila do Amaral. Você poderá usar diversos materiais dentre eles sulfite, papel cartão, canson A4 ou A3, papelão, prato de bolo grande de papelão, caixa de pizza, saco plástico, tecido, canetinha, lápis de cor, carvão (após o término da pintura deve impermeabilizar com laquê), tintas, colagem com materiais diversos. Também pode ser realizado no tridimensional (Escultura), massinha, palelão, madeira e outros... Acredito no grande potencial que vocês possuem e tenho certeza que sairão trabalhos maravilhosos. Com esses trabalhos quando voltarmos faremos uma exposição, portanto capriche e guarde-o.


Após a realização do trabalho tire uma foto e envie no meu wathsapp (19) 991690724 até o dia 18 de maio de 2020, com nome, número, série e o nome da escola, pois tenho terceiro ano do ensino médio no Anália e Maschietto.

Lembrando que esse conteúdo é muito importante pois faz parte do que será cobrado no ENEM assistam todos os vídeos isso irá ajudá-los na compreensão do conteúdo.
Um grande Abraço!!!